Agentes também teriam jogado spray de pimenta em mulheres e crianças

DA REDAÇÃO – Revoltados com o que denominaram de “terror”, durante uma operação coordenada pela Polícia Federal (PF) e  Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), na manhã desta quarta-feira (12), no rio Madeira em Porto Velho, esposas e familiares de garimpeiros que tiveram suas balsas incendiadas fecharam a BR-319, próximo à ponte que atravessa o rio, nesta tarde.

Os manifestantes incendiaram pneus, gritaram palavras de ordem e cobraram um posicionamento das autoridades sobre o que aconteceu. Eles alegam que houve abuso de autoridade por parte da Polícia Federal e do IBAMA. Na opinião dos manifestantes, não havia necessidade de incendiar o meio de sobrevivência dos trabalhadores e suas famílias.

Eles também informaram que as balsas incendiadas estavam operando fora na área de preservação ambiental, e que, portanto, não deveriam ter sido destruídas. Eles querem o apoio das autoridades estaduais e federais, especialmente os parlamentares, em defesa das famílias que ficaram sei a fonte de sustento.

Alegam ainda que durante a ação denominada de “truculenta”, os agentes jogaram spray de pimenta em mulheres e até mesmo contra crianças. Além disso, houve perigo para a população ribeirinha, pois devido às explosões, fragmentos metálicos foram caíram próximo das residências.

 

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