Prefeitura alega não ter pregos e nem pessoal qualificado para fazer o serviço

Moradores da Linha 22 (Rio das Garças), zona rural de Porto Velho, capital de Rondônia, fizeram uma “vaquinha” e compraram madeira para que a ponte seja reformada. Eles teriam solicitado ajuda da prefeitura para refazer a estrutura, mas alegam que receberam um sonoro não como resposta.

De acordo com os moradores, a ponte foi interditada pela prefeitura há mais de 30 dias, porque corre o risco de desabar. Com isso, muitos ficaram impossibilitado de escoar a produção. Porém, o que mais preocupa é que os estudantes estão fora da sala de aula.

Os pais temem que os seus filhos percam o ano letivo, pois segundo eles, o transporte escolar ficou impedido de transitar e levar crianças e adolescentes para a escola.

“A prefeitura mandou dizer que não tem pregos e nem pessoas qualificadas para refazer a ponte, aproveitando a madeira comprada pelos moradores”, disse um membro da comunidade.

Seu Gerson, morador da Linha 22, rio das Garças, está preocupado com o filho fora da escola

Outro produtor que se identificou apenas como Gerson disse que tem um filho que há mais de 30 dias não vai para a escola Ele afirma que desde o dia em que a ponte foi interditada não tem transporte escolar.

“A gente vai na prefeitura pedir ajuda para consertar a ponte, mas um dia eles falam uma coisa, depois já falam outra e a ponte continua na mesma”, desabafou.

RESPOSTA

Conforme o secretário Carlos Magno, titular da Semagric, órgão responsável pelo conserto da ponte, um processo de licitação está em andamento para recuperar totalmente a ponte e devolvê-la com segurança para a comunidade, mas esse procedimento deve durar 90 dias.

Fonte: Fiscal de rua Juvenal Dácio

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